terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cartão postal ficou azul em apoio ao movimento de combate ao câncer de próstata


















Cristo Redentor iluminado de azul para chamar atenção do público para a saúde masculina
Cartão postal ficou azul em apoio ao movimento de combate ao câncer de próstata
No  dia (17), a estátua do Cristo Redentor, localizada em Santa Teresa, Rio de Janeiro, recebeu iluminação especial em apoio ao movimento Novembro Azul, que aborda questões relacionadas ao câncer de próstata no Brasil. Essa foi a primeira ação realizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida em parceria com o Santuário do Corcovado. A próxima ocorre no dia 28 de novembro no Arqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa.

Marlene Oliveira, presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, esteve presente na sessão solene que apresentou a campanha aos cariocas. O padre Omar Raposo, reitor do Santuário do Corcovado, realizou uma cerimônia no topo do morro do Corcovado e disse: "Deus se interessa pela saúde e, por isso, o Santuário do Cristo Redentor fica de azul, para homenagear a campanha e buscar a qualidade de vida".


Disparada de aluguéis torna mais vantajosa a compra de imóveis

Alugar um imóvel no Brasil virou um pesadelo. Valores cada vez mais salgados e a disputa por um espaço, além da lista interminável de documentos, vêm desestimulando os candidatos a inquilino. Além disso, estudos de entidades ligadas ao setor mostram que o preço da compra de casas e apartamentos vem caindo, enquanto o valor do aluguel por metro quadrado, em dólar, sobe sem parar. Entre os países emergentes e da América Latina, o Brasil apresenta o quarto maior valor (US$ 19), abaixo apenas de Rússia (US$ 47), Índia (US$ 31) e África do Sul (US$ 21). Mas acima de Argentina, China (US$ 15) Uruguai e Chile (US$ 11). Em cidades como Brasília, uma das explicações para aluguéis tão exorbitantes, segundo especialistas, é a forte demanda de estrangeiros por conta da falta de vagas em hotéis.
O advogado Jacques Veloso comprovou, na prática, que a prestação de um financiamento para a compra de uma casa de 450 metros quadrados, no Lago Sul, em Brasília, é muito inferior ao aluguel mensal. Ao adquirir o imóvel que já ocupava, o desembolso caiu de R$ 16 mil para R$ 10 mil mensais — em 370 meses, ou 30 anos. “Com várias vantagens. Na compra, segue-se uma tabela prefixada e o valor é decrescente, em termos reais. Se pegarmos a última parcela, por exemplo, o pagamento cairá para o equivalente a R$ 2,3 mil, enquanto o aluguel só tende a crescer com os reajustes do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M). Em 30 anos, custaria mais que o dobro”, calcula Veloso.
O consultor financeiro Emerson Castello Branco alerta que, antes de comprar um imóvel, as pessoas devem fazer um conjunto de ponderações, tais como perspectivas de mudanças no trabalho, de casamento e da chegada de filhos, além de considerar a idade atual. No entender de Castello Branco, a pessoa só deve buscar um financiamento caso tenha, por exemplo, um emprego estável. “Se houver possibilidade de transferência, por exemplo, o aluguel é mais indicado, já que vender não é tão rápido em caso de mudança”, alerta o consultor. “Se a pessoa pretende casar e ter filhos, deve buscar um imóvel maior, de três quartos, para que, com o tempo, a moradia não fique apertada demais.”
Na planta
Seguidas todas essas precauções, optar pelo financiamento imobiliário é, na maioria dos casos, o mais recomendado. “O aluguel é como um poço sem fundo em que a gente paga, mas não vê um retorno do dinheiro”, argumenta a dona de casa Cristiane Poleta, 35 anos. Casada com um militar, ela se mudou há três anos de Santa Catarina para Brasília, onde, desde então, vive como inquilina. Agora, já estabilizada na capital federal, Cristiane estuda comprar um imóvel. “Ainda estamos olhando, mas a ideia é adquirir um apartamento na planta, que deve sair mais em conta. Pelas condições que o corretor apresentou, é possível obter um financiamento de 100 parcelas de R$ 1,5 mil, bem melhor do que os R$ 3 mil que pago atualmente de aluguel.”
Henrique Soares e Simone Antunes, dois amigos que moravam há anos em cidades diferentes e coincidentemente se encontraram em Brasília depois de aprovados em concurso público, também preferiram se tornar proprietários. Henrique pretendia trazer a mãe da Bahia para morar em uma quitinete alugada, mas desistiu ao comparar os preços. “Eu ia pagar R$ 1,2 mil por um lugar meio apertado no Sudoeste. Resolvi comprar e tenho uma prestação de R$ 900”, diz.
Simone, já instalada, queria alugar um apartamento de sala e quarto para o filho mais velho, mas seguiu o mesmo raciocínio do amigo e economizou R$ 300 por mês devido à diferença entre o valor das parcelas. “O aluguel na Asa Norte era de R$ 1,9 mil. Comprei um apartamento maior e com prestação bem mais barata em Águas Claras”, comemora.
Leonel Alves, diretor comercial da Lopes Royal, ressalta que, ao adquirir um imóvel, o morador está também construindo um patrimônio. “O farto acesso ao crédito levou muita gente a financiar a casa própria. Hoje, há diversas opções, com possibilidade de pagamento em até 30 anos”, pondera. Dados da Caixa reforçam o discurso de Leonel: só neste ano, o banco estatal prevê liberar R$ 90 bilhões em crédito imobiliário, um crescimento de 16,8% em relação ao ano passado.
Diogo Araújo, gerente comercial da Paulo Baeta, argumenta que mesmo quem paga pouco como locatário pode obter vantagem ao entrar num financiamento. “Não é difícil para uma pessoa que gasta R$ 400 mensais com um aluguel em Samambaia, por exemplo, conseguir um empréstimo de 360 meses para um imóvel semelhante com parcelas iguais ou inferiores”, sugere. Leonardo Guerra, diretor da Silco Engenharia, tem visão parecida. “Ao longo do financiamento, a tendência do bem é se valorizar, mas as prestações serão equivalentes àquelas da data de aquisição. Por isso, a compra é um bom negócio”, afirma.
Valor justo
No entanto, não existe uma resposta pronta sobre qual a melhor opção, já que tudo depende da situação do comprador ou possível locatário. Um aluguel é considerado justo quando equivale a 0,5% do valor do imóvel. Para um apartamento de R$ 200 mil, o pagamento mensal não deve ultrapassar R$ 1 mil. Mas a despesa pode chegar a 0,7%, dependendo de fatores como a localização e o padrão de acabamento. Se o gasto dói no bolso, pode ser melhor partir para um financiamento. “A decisão deve se basear não apenas no montante do crédito, mas também no momento da vida de cada um. Para quem está mudando de cidade, ou não tem emprego estável, é melhor estudar bem o que fazer”, analisa Marcelo Prata, administrador do blog Canal do Crédito.
Recentemente, surgiu uma nova profissão que vem crescendo no Brasil: a de corretor financeiro. São pessoas que fazem a intermediação entre os bancos e o pretendente à compra de um imóvel. “Mesmo assim, o cidadão deve pesquisar, pesquisar e pesquisar”, aconselha Prata. Apesar das facilidades existentes e de acreditar que, sob o ponto de vista financeiro, a aquisição é quase sempre a melhor escolha, Prata aconselha quem está pensando em tomar essa decisão a conversar, antes, com pessoas que já compraram imóvel, participar de fóruns de discussão sobre o assunto e consultar especialistas. “Você pode até não ter que providenciar os documentos pessoalmente, mas ficará mais consciente de tudo o que envolve uma operação imobiliária”, ressalta.
É preciso, além disso, comparar as condições oferecidas por diferentes bancos. O correto é observar o Custo Efetivo Total (CET) do financiamento, que inclui todas as cobranças previstas, como juros, seguro e tarifas bancárias. O Canal do Crédito criou um sistema que permite a qualquer pessoa fazer essa comparação.
Tributo onera a operação
Na compra de uma casa ou apartamento, há ainda os gastos com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e taxas, que podem perfazer cerca de 5% do valor de aquisição. A alíquota do ITBI, recolhido pela prefeitura do município (ou pelo Governo do Distrito Federal, no caso de Brasília) é, em média, de 2,5% do valor do bem, podendo superar os 3%. É preciso também levar em conta os custos com elaboração da escritura de compra e venda, que deve ser feita em um Cartório de Notas, e prever a despesa com o registro do documento no Cartório de Registro de Imóveis.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Condomínio Alto da Boa Vista ganha registro em cartório


Após 22 anos de ocupação irregular, moradores conseguiram a escritura. Conquista representa nova fase

 Um presente de Natal antecipado. Depois de 22 anos de ocupação, os moradores do Condomínio Alto da Boa Vista,  em Sobradinho, conseguiram o registro do local em cartório.  Esta é a segunda vez que um imóvel do tipo, em área particular, consegue a escrituração.  O primeiro foi o Amobb, no Jardim Botânico, em 2007. Agora, afirmam os moradores, “o documento acende uma luz de esperança aos demais empreendimentos e inicia uma nova fase na história do Alto da Boa Vista”. 
“Foi um processo de muitos anos, passando por vários governos. Quando acreditávamos estar próximos, mudavam as regras. No meio disso, o Ministério Público promoveu um Termo de Ajuste de Conduta, que foi o nosso norteador para conquistarmos o registro e a regularização. A partir daí, definimos parâmetros que estivessem de acordo com a lei e criamos um modelo sustentável de condomínio”, conta o condômino e tesoureiro do local, Alberto Lima,  48.
 Ele ressalta ainda que foram necessários acordos de ambos os lados para conseguir a total regularização do espaço, que tem  aproximadamente 251, 8 hectares. “Estamos no maior condomínio do DF em área particular. O processo é muito complexo. Todo mundo, principalmente nós, teve que ceder. Se não houvesse entendimento, não atingiríamos o nosso objetivo. E nós queríamos morar numa área legalizada. Nunca perdemos isso de vista”, diz. 
 compensação
 Um dos principais acordos firmados, lembra ainda o subsíndico do condomínio, Ranufo Guedes, foi o de compensar ambientalmente a área pela construção do próprio empreendimento. Por isso, dentro do Alto da Boa Vista já existe um espaço, de 41 mil m², reservado  ao Centro de Estudos de Desenvolvimento Sustentável (Ceds), autorizado pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram).
 “A intenção é fazer um lugar de fomento a práticas sustentáveis. Nele, teremos oficinas, biblioteca, videoteca, auditório e o jardim do cerrado”, ressalta o síndico do condomínio, José Araújo Cardoso, 57. 
A questão da regularização de condomínios no DF foi um dos maiores problemas da atual gestão. No ano passado, o JBr. chegou a denunciar a situação. Segundo a Secretaria de Regularização de Condomínios (Sercond), até o início de 2013, apenas cinco, entre 390 condomínios de classe média, estavam legalizados. A pasta informou   que regularizou, neste ano, em dez meses, 16 condomínios.
Futuro promissor
 Hoje, o Alto da Boa Vista tem aproximadamente 300 moradores. São mais de 2,6 mil terrenos. A previsão é de que o empreendimento agregue pelo menos 10 mil habitantes, se tornando, assim, um dos maiores condomínios horizontais da região.  “O registro  é o começo de uma nova vida para os condôminos. É resultado do esforço conjunto deles. Quando entramos no processo, demos a sorte de já ter muita coisa adiantada. É por isso que foi possível ter a regularização fundiária  e o seu registro”, disse o advogado do condomínio, Idamar Borges.
Entenda o Caso
Em maio de 2013, o Decreto de Regularização do condomínio foi revalidado. Nos quatro meses seguintes, o empreendedor do imóvel cumpriu as últimas exigências pendentes. 
Em novembro de 2013, foi dada a entrada no registro do loteamento do condomínio. Todas as solicitações do cartório foram cumpridas.  Porém, o processo enfrentou  entraves, como o pedido de impugnação por parte de cinco proprietários de lotes na Área de Proteção Manancial Mestre D´Armas. 
Em setembro deste ano, o pedido de  impugnação ao registro foi indeferido pela Justiça.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Como pagar menos IR na venda de um imóvel

imposto_de_renda-leaoOs últimos anos foram um oásis para quem já tinha seu imóvel próprio. Os preços subiram nas alturas… Aí o indivíduo decide vender seu imóvel para embolsar este lucro e percebe que terá que pagar um imposto enorme sobre todo este ganho. O que fazer?
Via de regra, ao vender seu imóvel, o cidadão pagará um imposto de 15% sobre o ganho de capital nesta negociação, ou seja, na diferença positiva entre o valor de compra – que deve estar informado na declaração do imposto de renda – e o valor de venda. Muitos acham que este imposto só deverá ser pago em abril do ano seguinte quando for efetuada a declaração de renda, porém, o contribuinte deverá quitar o tributo até o último dia útil do mês seguinte ao da venda.
Para isto, será necessário preencher o Programa de Apuração de Ganho de Capital– que pode ser baixado do site da Receita -, que irá ajudar o vendedor a calcular o imposto, emitir o DARF para pagamento do imposto e depois até exportar estas informações para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda do ano seguinte.
Porém, existem algumas formas previstas na legislação brasileira de se evitar ou pelo menos minimizar o imposto na venda deste imovel. E aí é que entra o Planejamento Tributário visando obter uma economia destes impostos.
Veja abaixo algumas maneiras de minimizar ou até evitar o imposto sobre o ganho de capital na venda de um imóvel: 
1. Comprar outro imóvel residencial em até 180 dias 
É possível ficar isento da tributação de ganho de capital se o valor da venda for utilizado para comprar um novo imóvel e o contrato de compra e venda for assinado em até 180 dias da venda. Porém, iste benefício só é válido para pessoas físicas e para imóveis residenciais. Vale ressaltar que se a venda for efetuada depois da compra, este benefício não poderá ser utilizado. Porém, o contribuinte somente poderá usufruir desta isenção uma vez a cada cinco anos.
Se não for empregado o valor total da venda em uma nova compra, por exemplo, o novo imóvel custar a metade do valor recebido pela venda, o imposto só incidirá proporcionalmente sobre os 50% que não foram gastos.
2. Vender imóveis por até R$ 440 mil. 
Se o imóvel for vendido por até R$ 440 mil, também haverá isenção de imposto e nem será preciso comprar outro imóvel com este valor, basta que seja o único
imóvel no nome do contribuinte e que ele não tenha alienado nenhum imóvel nos últimos 5 anos, independente de ter utilizado esta isenção ou não.
3. Vender imóveis de pequeno valor 
Para os bens de pequeno valor, incluindo os imóveis de qualquer natureza, com valor de venda de até R$ 35 mil não há tributação sobre o ganho de capital, sem nenhuma restrição.
4. Atualizar o valor histórico do imóvel incluindo os custos de aquisição/venda e benfeitorias 
Também é permitido incluir as benfeitorias no valor histórico do imóvel que consta na declaração. Desta forma, o ganho de capital na venda será menor e o valor a pagar de imposto sobre este ganho também. Mas para isto é preciso guardar todas as notas e recibos por até 5 anos após a venda do bem para comprovar o aumento do valor histórico para a Receita Federal. Podem ser declaradas as obras de reforma, ampliação, pintura e pequenos reparos.
Também é possível incluir no valor declarado do apartamento os montantes gastos com o imposto de transmissão (ITBI) e até com os juros pagos do financiamento.
No momento da venda, é permitido abater também o que foi pago de corretagem, desde que seja declarado na aba de pagamento efetuados.

5. Utilizar o fator redutor de ganho de capital 
Para quem tem mais idade, ainda tem um benefício a mais, a isenção do tributo para os imóveis comprados antes de 1969.
Se o imóvel tiver sido adquirido entre 1970 e 1988 também haverá uma redução do imposto pelo fator redutor, conforme tabela a seguir:
E mais recentemente, a MP do Bem de 2005 introduziu novamente o fator redutor do ganho de capital para imóveis mais novos, onde o imposto vai diminuindo conforme o tempo em que o bem ficou sob a propriedade do contribuinte.
Uma questão interessante é no caso de bens adquiridos por meio de herança. Neste caso, é importante verificar a possibilidade de transferir o imóvel para o herdeiro pelo valor de mercado e não pelo valor histórico, como seria o mais indicado aparentemente para não precisar pagar o imposto de renda de ganho de capital nesta transação.
Algumas vezes, se o imóvel tiver sido adquirido pelo falecido há muito tempo, o espólio poderá usufruir dos benefícios do fator redutor citados acima e ficar isento da tributação ou ter uma boa redução do imposto a pagar. O único senão é que neste segundo caso, o imposto deverá ser antecipado, porém quando o herdeiro for vender o imóvel recebido de herança, pagará o imposto somente sobre o ganho de capital acima deste valor atualizado a mercado no momento do inventário. Dependendo da situação, mesmo se for necessário adiantar o imposto, ainda poderá ser bem vantajoso.
A regra geral é que o contribuinte que obtiver ganho de capital na venda de seu imóvel estará sujeito ao pagamento de imposto de 15%. Entretanto, há várias situações previstas na lei que permitem a redução ou até isenção total deste imposto. Estas regras não devem ser desprezadas, principalmente pelo contribuinte que já possui o bem há bastante tempo.
Lembre-se de ficar atento à legislação, pois isso pode significar uma boa economia no imposto a pagar no caso de ganho de capital na venda do seu imóvel.
fonte: publicidadeimobiliária

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Águas Claras, Plano Piloto e SIA têm os aluguéis de imóveis comerciais mais caros do DF

Levantamento do Secovi mostra que valores variam entre R$ 2.950 e R$ 4.000

imóveis comerciaisRegiões administrativas de Águas Claras, Plano Piloto e SIA (Setor de Indústria e Abastecimento) têm os maiores valores de aluguéis comerciais por metro quadrado do DF, variando de R$ 2.950 a R$ 4.000, segundo Secovi (Sindicato da Habitação).
Os dados foram divulgados pelo Secovi, em parceria com a empresa júnior do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília).
Entre os imóveis comerciais para venda, Águas Claras se destaca com o maior valor, chegando a R$ 10.485 pelo metro quadrado.
Em relação aos imóveis residenciais, o estudo constatou que a área central da capital federal continua a apresentar os maiores valores nos apartamentos com quatro quartos, o metro quadrado chega ao valor de R$ 9.892. As informações são do site da Fecomércio-DF (Federação do Comércio do DF).
No início do mês, índice divulgado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mostrou que o preço do metro quadrado caiu em Brasília em outubro. Pelo segundo mês consecutivo, a capital federal perdeu a liderança do ranking das cidades brasileiras com o metro quadrado mais caro, conforme o indicador FipeZap. A capital registrou uma retração de 1,1% no preço médio do metro quadrado em outubro. Ainda assim, a unidade era avaliada num valor médio de R$ 8.056 no mês passado. O que levava um imóvel de 80 m² na capital do Distrito Federal a custar R$ 644,4 mil.
Fonte: r7.com

5 dicas de como preparar o imóvel para vender ou alugar

Saiba quais são as mudanças fáceis e baratas que deixam o imóvel atraente para fechar um bom negócio.

alugar imóvel
Vender ou alugar um imóvel é uma decisão que envolve buscar a melhor rentabilidade para o investimento feito naquele bem. Para que isso seja alcançado, é necessário que o imóvel seja atraente para o mercado. Isso não significa, necessariamente, grandes reformas. Às vezes, pequenos reparos em locais estratégicos modificam completamente a apresentação visual e, consequentemente, a avaliação que o interessado fará, favorecendo o fechamento de um bom negócio.
“É fundamental estar atento aos detalhes para causar boa impressão na visita. Limpeza e pintura, por exemplo, são alguns dos critérios que podem ser determinantes no desempate para a escolha na comparação com outros imóveis”, alerta Tiago Seltenreich, gerente comercial de locações da Guarida Imóveis.
Confira a seguir os pontos que devem ser levados em conta:
1. Reparos importantes
O primeiro passo é dar atenção aos reparos menores, como a troca de azulejos quebrados, o conserto de vazamentos, rachaduras e furos nas paredes ou forros e a substituição de maçanetas e tomadas com defeito. Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, também é necessário tirá-los.
2. Mantenha o imóvel limpo e organizado
É importante tornar o imóvel acolhedor, para que os visitantes se sintam em casa. Deixe-o sempre limpo e perfumado, sem odores desagradáveis, como de animais domésticos, fritura, mofo e cigarro.
3. Uma boa pintura faz a diferença
Se a pintura do imóvel estiver manchada ou em cores fortes e chamativas, pinte novamente em tons neutros, como bege, gelo ou branco. Eles transmitem sensação de limpeza e dão a impressão de que os ambientes são maiores.
4. Cuidado com móveis e objetos pessoais
Se você ainda estiver morando no imóvel enquanto tenta negociá-lo, deixe a decoração o mais neutra possível. Os objetos muito pessoais, que se relacionem à sua personalidade, também devem retirados.
Ao desocupar o imóvel, deixe apenas o que for essencial para o futuro morador ou então deixe o imóvel vazio. No caso do aluguel, o apartamento mobiliado é ideal para quem pretende permanecer um tempo curto no local e não quer se preocupar com o transporte ou a compra dos móveis.
5. Instalações elétricas e hidráulicas
Em relação às reformas estruturais, como aquelas feitas na parte elétrica ou hidráulica, o reparo ou modernização ajuda a valorizar o imóvel. Mas, antes de gastar tempo e dinheiro nesses reparos, verifique se a falta irá prejudicar o negócio. No caso da venda, por exemplo, a sugestão é deixar claro para o comprador que esses ajustes serão necessários após a compra.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Governo Federal deve abrir mais financiamentos em 2015


PREVISÃO: Empresário João Lopes filho acredita que brasileiros deverão ter mais oportunidade de conseguir a casa própria em 2015
PREVISÃO: Empresário João Lopes filho acredita que brasileiros deverão ter mais oportunidade de conseguir a casa própria em 2015
Para o empresário João Lopes Filho o mercado imobiliário será beneficiado em 2015 quando entrará em processo de aceleração devido aos incentivos federais como o Programa “Minha Casa Minha Vida”. Segundo ele, Barretos será “premiada” graças ao crescente número de conjuntos habitacionais em andamento no município. “O mercado deverá abrir as torneiras para financiamento para que as pessoas que queiram construir seu imóvel tenha condições mais favoráveis sempre prezando pela qualidade e respeito às regras de sustentabilidade”, disse.
O empresário destacou que neste cenário, a construção civil passa a ser um elo gerador de divisas para entrada de recursos no município. “A cidade terá o Imposto sobre serviço, trabalhadores registrados gerando tributos para federação, governo e município e  o setor de compra e venda de material também ficará aquecido”, relatou.
COMPRA E VENDA: No ramo da construção civil para  compra e venda de imóveis, o empresário opinou que houve retração de alguns meses até antes da eleição, mas que agora começa a dar sinais de melhora. “A tendência é a verticalização da cidade, temos que pensar em revitalizar, transformar prédios antigos em novas fachadas com área verde e sem agredir o Meio Ambiente”, revelou.
Ainda sobre a construção civil, o empresário entende que está faltando em Barretos empenho em realizar processos que despertem o interesse dos empreendedores. “Eles precisam enxergar a cidade como pujante e evolutiva onde os processos não demorem muito para acontecer”, ressaltou. Para ele, é preciso unir as forças vivas da cidade para que Barretos volte a aparecer no ranking de uma das melhores localidades para se viver. “Assim, poderemos agregar mais trabalhadores e qualificar pessoas que é um grande problema”, finalizou.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Curiosidades: Vaga de garagem custará mais que apartamento em NY




Sonho, em Manhattan: o bairro dos preços astronômicos, elevou o valor das garagens a outro patamar: um prédio residencial na 42 Crosby Street irá oferecer 10 vagas subterrâneas por nada menos que US$ 1 milhão cada.
Segundo o New York Times, o espaço para estacionar custa mais do que o próprio apartamento logo acima.
Cada uma das vagas, que pode ter até espaçosos 200 ft², ou 18,6 m², custará entre US$ 5 mil e US$ 6,66 mil o pé quadrado.
Enquanto isso, quem quiser um dos apartamentos de três quartos terá de desembolsar entre US$ 3,140 mil e US$ 3,170 mil o pé quadrado.
Mesmo pagando essa quantia considerável, o comprador não será o dono da vaga: o contrato dura 99 anos e, caso ele resolva mudar de prédio, terá de vender o espaço.
Fonte: Exame.com

terça-feira, 1 de julho de 2014

Levantamento aponta crise no setor imobiliário e de construção civil

Os dois setores devem ser os mais afetados diante do cenário econômico, que já prejudica o agronegócio



 (Joe Raedle/AFP)

Em uma pesquisa realizada durante evento sobre gestão e investimentos, 28% das instituições financeiras, investidores e empresários apontaram que os setores imobiliários e de construção civil devem ser os mais afetados diante de um cenário econômico incerto. A situação deve demandar esforço adicional na reestruturação dos negócios, principalmente no que diz respeito à redução de custos.

Segundo o levantamento, existe uma possibilidade de aumento no número de pedidos de recuperação judicial nestes setores. Ainda de acordo com os dados, os outros segmentos que devem sofrer impacto são as montadoras autopeças (24%), energia (16%) e agronegócio (13%).

Um dos aspectos abordados foi o crescimento no número de pedido de recuperação judicial. Somente no ano passado, foram 874, número maior que o registrado em 2009, que gerou 670 solicitações. Para 41% dos entrevistados, o aumento e popularização da lei perante a sociedade empresarial foi o principal fator. Elevação das taxas de juros e restrição de crédito para as empresas (22%) aparece em segundo lugar, seguido pela intervenção do governo sobre setores da economia (15%) e desaceleração da economia brasileira (13%).

Outras informações

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais. No Brasil, a organização conta com quatro mil membros distribuídos em 13 nstados e no Distrito Federal.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Como transferir financiamento de imóvel a outra pessoa?



Dúvida do internauta: Adquiri um imóvel, mas como na época minha renda não era tão alta ele foi comprado no nome da minha mãe para que eu tivesse o crédito aprovado. Hoje já tenho uma renda razoável e gostaria de transferir o imóvel e o financiamento para o meu nome. O que devo fazer? É preciso realizar uma nova transação de compra e venda ou existe outra possibilidade?
Resposta de Luis Paulo Serpa*:
A questão contempla duas situações distintas. A primeira se refere à transferência da propriedade do imóvel objeto do financiamento e a segunda do financiamento propriamente dito.
Para que você seja considerada proprietária do imóvel deverá ser formalizada uma operação de compra e venda, com a incidência de imposto sobre a transmissão do imóvel (ITBI) e o registro da propriedade junto ao cartório de registro de imóveis.
A transferência do financiamento é possível desde que você obtenha aprovação de crédito junto à instituição financeira credora, mantendo as condições contratuais básicas do financiamento original.
Importante salientar que é preciso verificar as condições contratuais originalmente assumidas por sua mãe quando contraído financiamento, para checar se o prazo de pagamento, a taxa de juros e outros encargos que influenciam no valor da prestação são adequados ao seu perfil ou se a contratação de um novo financiamento, inclusive por meio de uma outra instituição financeira, poderá ser a melhor opção diante das condições de mercado atuais. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Demanda é urgente: faltam 115 mil casas


Levantamento do Ipea reforça alerta de especialistas. Programas habitacionais buscam amenizar o déficit

Brasília é uma cidade que vem sendo “invadida” desde os anos 1960. Primeiro pelos candangos, que de moradores provisórios viraram fixos; depois pelos servidores públicos, transferidos de seus postos de trabalho em suas cidades de origem; e atualmente por quem busca melhores oportunidades de emprego, entre tantas outras razões. A procura por quem é de fora, somada à demanda interna,  fez com que o déficit habitacional da capital fosse o único dentre as metrópoles do País a apresentar aumento percentual nos últimos sete anos, 13,6%, segundo  o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Isso representa a falta de mais de 115 mil domicílios no DF.

“A demanda habitacional é urgente”, sentencia o vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), Eduardo Arueira. Ele acredita que isso torna o atual momento muito bom para investir na compra de imóveis. “A tendência é de que os preços voltem ao normal mais para o fim do ano. Houve estabilização principalmente em 2013 por causa da entrega de muitos empreendimentos e a alta oferta, mas isso deve mudar por conta da burocracia em aprovar projetos”, explica.

Longe do centro

“O déficit habitacional está sendo força motriz da expansão metropolitana da nossa área”, diz o diretor do curso de arquitetura e urbanismo da Universidade Católica de Brasília (UCB), Frederico Barboza, . “Muitas pessoas saem do Plano Piloto para áreas mais afastadas, devido ao alto custo de vida do centro. Samambaia, por exemplo, já está encostando na divisa de Goiás”, pondera.

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-DF) faz coro à avaliação do especialista: “Brasília detém os imóveis mais caros do Distrito Federal, restando como opção mais em conta as regiões administrativas e a Região Metropolitana, onde temos maiores índices de valorização”.

Os resultados disso se refletem, também, na invasão de área pública. “Já temos a maior aglomeração de favelas da América Latina. É um dos indícios do crescimento da cidade”, diz o professor Frederico Barboza, em referência ao Sol Nascente. “Esse crescimento é baseado em uma busca e aposta do cidadão de todo Brasil. Eles acreditam que vindo a Brasília conseguirão elevar a qualidade de vida”, completa.

Saiba Mais

Uma das localidades que os corretores mais indicam o investimento é o Setor Noroeste, cujo metro quadrado custa cerca de R$ 10 mil.

Um dos fatores que torna o Noroeste atrativo é a atual falta de estrutura ao redor. “Quando estiver instalada, os preços tendem a aumentar”, disse o vice-presidente da Ademi, Eduardo Arueira.

Na outra ponta estão os moradores de rua. A Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) calcula que existam 2.500 pessoas em situação de rua no DF, com base em pesquisa da UnB.

Se é mais distante,  preço é mais acessível

Jéssica Duque Zanotti, farmacêutica de 23 anos natural de Vitória (ES), fez a mesma transição geográfica de milhares de moradores de Brasília. Seu namorado, hoje marido, Luiz Delboni, se mudou para o Distrito Federal depois de um tempo de relacionamento e, após um ano separados fisicamente, ela decidiu acompanhá-lo. “As opções eram ele voltar para o Espírito Santo ou eu vir a Brasília. Era melhor eu vir, porque aqui tem mais oportunidade profissional”, revela a jovem, que ainda pretende estudar para concurso, opção frequente entre os recém-chegados ao DF.

O casal morou por um tempo em um apartamento de 28 metros quadrados no Sudoeste, mas decidiu se mudar para Águas Claras depois de encontrar um imóvel com mesmo preço de aluguel, mas quase o triplo do tamanho.“Nosso corretor ainda nos disse para não comprar nada agora porque os preços vão baixar e é melhor esperar para investir”, conta.

O vice-presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF), no entanto, tem visão diferente. Ele acredita que quanto mais cedo a família adquirir imóvel próprio melhor.

Pelas beiradas

O presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Rafael Oliveira, afirma que o déficit habitacional só está expressivo na capital pois foi a última unidade da Federação a iniciar o programa Minha Casa, Minha Vida, que atende pessoas com renda de até três salários-mínimos. “Só a partir de 2011 que se iniciou o planejamento da construção de unidades de habitação”, esclarece.
“Tivemos 375 mil pessoas inscritas no programa habitacional. Porém, mais de 60% dos cadastros são de jovens de até 30 anos que moram com os pais, ainda não têm núcleo familiar próprio, mas já apontam para o governo: 'Olha, demandaremos casas no futuro'”, explica Rafael. “Continuaremos a desenvolver as políticas para atender a essa demanda na medida do possível”, conclui o chefe da Codhab.

Itens usados para cálculo

O déficit habitacional não é um índice constatado exclusivamente por falta de estoque de moradias, mas por pelo menos outros três fatores. “Na década de 1990, o déficit era calculado só por precariedade do lar e coabitação, que é quando duas famílias dividem o mesmo espaço mas uma delas deseja se mudar”, informa o técnico do Ipea, Cleandro Krause.

“O conceito foi desenvolvido quando precisou-se utilizá-lo como medidor para política habitacional. Hoje são levados em conta também ônus excessivo com aluguel, que é quando a família gasta mais de 30% de sua renda domiciliar com aluguel, e adensamento, quando três ou mais pessoas dividem o mesmo cômodo da casa”, completa.

Políticas

Segundo Rafael Oliveira, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), existem políticas públicas que tentam atacar o problema por cada uma dessas quatro características. “Para enfrentar o problema de estoque e coabitação foi criado o programa Morar Bem”, explica o presidente. “Temos avançado na questão de regularização também. Em 2014 devemos entregar pelo menos 50 mil escrituras para quem recebeu lotes do governo pelo programa Regularizou, é seu”, conclui Oliveira.

Os dados devem ser atualizados em outubro deste ano. O governo acredita que o déficit reduzirá e o mercado vai se estabilizar por conta própria. “Se você tem uma política habitacional como a nossa, que constroi 100 mil unidades, você reduz esse índice, pois essas pessoas beneficiadas já moram no Distrito Federal”, acredita o presidente da Codhab.

Ponto de Vista

“A prioridade do governo é mais fomentar a indústria do que acomodar a população”, critica o professor Frederico Barboza. Ele acredita que a necessidade de moradias não deve fazer o governo ser descuidado ao investir nas cidades. “Em Águas Claras, por exemplo, o discurso é de que ainda há quase metade da cidade para ser construída. Só que quando você sai por lá de manhã, você tem dificuldade de se locomover, vagões de metrô estão lotados. Será mesmo que ainda cabe o dobro da população atual por lá? Do ponto de vista de infraestrura, o governo não está preocupado com mobilidade urbana, nem abastecimento de água nem saneamento ao expandir as cidades”, finaliza.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O valor da reputação profissional

Icon postPublicado em 20/01/2014

O valor da reputação profissional



Recentemente fiz um comentário sobre reputação em uma postagem do meu amigo Guilherme Machado com o título“Corretor de imóveis só com o Creci”, que recebeu algumas curtidas de corretores de imóveis de todo o Brasil imediatamente assim que postei. Como sabemos, é pré-requisito legal a quem quer trabalhar intermediando transações imobiliárias ser inscrito no conselho regional do estado onde quer atuar, porém muito importante para a longevidade e valorização do profissional é a reputação que ele constrói ao longo da sua carreira.
Obter o registro no Creci é apenas o início de uma trajetória que a depender da postura do profissional, poderá assegurar-lhe um futuro positivo ou negativo. Nossa atividade é, como costumo dizer, multidisciplinar, pois exige conhecimentos em diversas áreas.
Corretor de imóveis: profissional multidisciplinar
Às vezes um profissional leva anos para se tornar auto-suficiente e inspirar confiança no mercado que só o nome dele já representa segurança para os clientes. Isso é o reflexo da cautela e do zelo que este profissional dedica e que resulta em negócios bem realizados, sem rebordosas para os envolvidos. Isso se espalha facilmente pelo mercado na forma de indicações, de captações fáceis e de vendas certas.
Não basta ser um inscrito no CRECI, tem que conhecer bem a atividade de um corretor de imóveis.
As exigências legais quando cumpridas à risca, aliadas a técnicas de servir com excelência trazem esse enorme benefício para o profissional.
Não basta ser um inscrito no conselho, tem que conhecer bem a atividade, agir com ética sempre e ser bem relacionado com o mercado. Esses são os principais ingredientes do sucesso para os corretores de imóveis.
Por isso exija sempre ser acompanhado por um corretor de imóveisquando for participar de uma transação imobiliária. Escolha um que goze de boa reputação no mercado e no segmento desejado, pois ele certamente construiu a sua fama em cima de práticas responsáveis, conhece todos os trâmites e circunstâncias que envolvem um negócio tão complexo como são as transações imobiliárias e assim, evitará muita dor de cabeça desnecessária.