sábado, 26 de janeiro de 2013

COMPRAR IMÓVEL PARA ALUGAR SERÁ RENTÁVEL EM 2013?


 Especialistas afirmam que imóveis menores como kits e apartamentos de até um quarto são mais comerciais e rentáveis.

Para os investidores, o ano de 2013 pode levantar dúvidas  sobre quais investimentos valem a pena: comprar para revender ou alugar?
Não é momento de vender imóveis, e sim de comprá-los. Salvo quando o propenso vendedor tiver o interesse em reinvestir em um imóvel maior ou, até mesmo, comprar dois ou mais imóveis menores.
Compare retornos de investimentos
Investimentos que geram 1% a.m são rendimentos considerados bons, principalmente em relação a segurança na rentabilidade e aplicações menos ousadas. Mas ressaltamos a importância de conhecer o mercado antes de começar a investir em imóveis. “Neste panorama, se um imóvel é alugado por 0,5% do valor real da venda, e este mesmo rendimento for aplicado em conta poupança, também a 0,5% a.m.*, num primeiro momento, os investidores mais ansiosos e imediatistas, podem não enxergar vantagens. Mas, em uma valorização supostamente muito baixa, imaginemos que o imóvel aumente seu valor em um ano por volta de 10%; a rentabilidade no período, somados aluguel mais valorização do bem, temos um total de 16% a.a.".
No ano de 2001, um apartamento de três quartos, localizado no bairro Cruzeiro Novo, região de Cruzeiro (DF), valia aproximadamente R$ 80 mil. Hoje, imóveis com esse perfil estão avaliados por R$ 320 mil.
“Estamos falando de um retorno de R$ 240 mil, ou seja, 300% a mais, o que representa 25% a.a, na média, somente da valorização do bem. Se o imóvel adquirido há 12 anos estivesse alugado e o valor sido aplicado mensalmente em conta poupança, pode-se dizer que o investidor fez um excelente negócio. Com posicionamento mais cauteloso, acredito que 16% a.a. ou 1,33% a.m, ainda sim, apresenta-se como ótimo e seguro investimento", completa.



 Fonte :Redação Redimob
*O percentual da poupança foi extraído do site portalbrasil.net/poupança_mensal.htm

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CAIXA REDUZ JUROS PARA FINANCIAR IMÓVEL ACIMA DE R$ 500 MIL


Se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano.


A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros para os clientes que querem comprar imóveis com valor acima de R$ 500 mil, fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas já estão valendo para os novos financiamentos contratados .
Para essas situações, as taxas de juros efetivas para clientes que não têm relacionamento com o banco caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Já os clientes que têm relacionamento e conta-salário na instituição terão taxas reduzidas de 8,9% para 8,4% ao ano.
Se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. Pelos cálculos da Caixa, um mutuário com financiamento de R$ 600 mil poderá, em 30 anos, economizar R$ 43,3 mil.
A Caixa informou também que para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação, abaixo de R$ 500 mil, já existe uma redução nas taxas de juros do crédito imobiliário até 21%. Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento de 30 para 35 anos.
De acordo com a Caixa, no dia 21 de dezembro de 2012 o volume de contratações do crédito imobiliário chegou a R$ 101 bilhões. O volume corresponde a um crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 75,4 bilhões.
A Caixa informou ainda que as taxas para quem usar recursos da caderneta de poupança chegam a 8,85% para quem não tem relacionamento com o banco e podem variar de 7,7% a 8,3% para quem tem relacionamento com a instituição, como conta-salário .
Fonte : Exame.com
 SAADIMÓVEIS :APARTAMENTO DE 3 QUARTOS


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL FINANCIA GASTOS COM CARTÓRIO NA COMPRA DO IMÓVEL


A Caixa Econômica Federal passou a financiar despesas de cartório e impostos cobrados de consumidores que compram imóveis. O benefício vale entre os gastos que podem ser financiados estão taxas de registro, escritura e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Para serem incluídos no contrato, esses gastos não poderão exceder 4% do valor total financiado.
Assim, um consumidor que comprou um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, e obteve um crédito de R$ 300 mil na Caixa poderá incluir R$ 12 mil no valor total financiado, referente às despesas extras.
Os valores das taxas de cartório e do ITBI não são fixos: variam de acordo com a localidade do imóvel. Para ter acesso ao crédito imobiliário, os clientes devem procurar uma das agências do banco.
 A medida, segundo o diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, deve trazer “mais tranquilidade” às famílias na hora de contratar um financiamento imobiliário.
 Com essa nova opção, a Caixa amplia mais o acesso à moradia própria, proporcionando planejamento e facilidade de pagamento de Despesas.
PARA CONSULTAR NOSSA LISTA DE IMÓVEIS VISITE NOSSO SITE : WWW.SAADIMOVEIS.COM.BR




quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

COMO COMPRAR UM IMÓVEL COM SEGURANÇA

Comprar um imóvel para morar ou para investir é uma tarefa que normalmente não fazemos com grande frequência. A compra de um imóvel é um importante passo na vida de uma família e representa a consolidação de muito tempo de poupança/investimento ou a tomada de um bom volume de capital emprestado.

Para ter certeza que o esforço vai valer a pena é importante observar alguns aspectos:


Contrate um Especialista

Longe de ser apenas um custo a mais na operação, encontrar e contratar um bom e sério corretor de imóveis é a forma mais certa de garantir que você estará bem representado dentro do mercado imobiliário durante toda sua operação de compra.

O bom profissional vai utilizar da sua formação e informação de mercado para ajudá-lo a escolher o imóvel ideal para sua família ou investimento e também vai ajudá-lo na sua negociação. Uma vez escolhido o imóvel, o profissional experiente, vai zelar pela segurança de todos os envolvidos na transação imobiliária.

Atualmente, algumas imobiliárias ou corretores estão oferecendo adicionalmente serviços complementares como: auxilio na obtenção de financiamento bancário e no levantamento de toda a documentação necessária.

Em resumo, procurar um profissional de sua confiança é o primeiro passo certo para fazer uma compra segura.

Cuidado com o Endividamento Desproporcional

Analise bem a sua disponibilidade de credito e a sua capacidade de pagamento das prestações posteriores. Claro, que muitas vezes realizar o sonho de morar bem pode exigir algum sacrifício financeiro. Mas, endividar-se além do que realmente se pode fazê-lo vai transformar o seu sonho em pesadelo.

Nesta conta considere que muitas vezes mudar-se para um bairro de melhor padrão vai significar também um aumento nas suas despesas diárias. Os serviços básicos da vizinhança (padaria, cabeleireiro, lavar o carro, etc... ) ficam mais caros a medida que o padrão do bairro vai aumentando. 

Analise também aspectos, como por exemplo, suas novas necessidades de transporte. Pode ser que você vai morar mais próximo do trabalho ou de linhas de transporte coletivos mais eficientes. Neste caso você pode considerar vender um dos carros (se você tem dois) e isto vai ajudá-lo financeiramente. Mas, pode ser que você na verdade vai precisar comprar um segundo carro para sua esposa e isto precisa entrar na nova equação do equilíbrio financeiro de sua família.

Em suma, o segundo passo certeiro na direção de uma compra segura é analisar bem a parte financeira e estabelecer claramente a faixa de valores possíveis dentro do seu orçamento e poder de credito. O começo da procura de seu imóvel esta nesta informação financeira e não o contrário.

Tome a Decisão em Família

Especialmente se você esta buscando o seu próximo lar procure envolver toda a família no processo de decisão de compra. Não trocamos de casa diariamente, assim vocês vão conviver muito tempo em sua “casa nova”. Neste aspecto é fundamental todos conhecerem as vantagens e desvantagens de seu novo imóvel, e ajudar a decidir sobre quais pontos positivos são indispensáveis e quais pontos negativos podem ser tolerados. Porque todos vão conviver com eles juntos.

Dicas da Caixa

Reunimos abaixo algumas dicas da Caixa Econômica Federal que são muito úteis, leia com atenção:

Imóvel novo

- Antes de adquirir o imóvel, verifique a sua localização com relação a aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários, é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização;

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi cumprido, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento; 

- No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados - elevador, azulejos, pisos e metais; 

- Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo, observando principalmente o compromisso de compra e venda. Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor, solicite ajuda ao seu corretor e se precisar em conjunto com ele procure um advogado especializado; 

- Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora; 

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel usado

- Para verificar as condições físicas do imóvel, agende as visitas durante o dia, pois, em alguns imóveis, os problemas de construção, como rachaduras, infiltrações e mofo, podem passar despercebidos em outro horário; 

- Verifique a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça também de acender as luzes para conferir a existência de algum problema elétrico; 

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Confira também se o seu futuro imóvel fica bem localizado e se ele possui aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários é a maneira ideal de verificar as reais condições de uso dele; 

- Tenha cautela na assinatura do contrato. Verifique a documentação do imóvel e do vendedor. Confira as condições físicas da casa ou do apartamento e, se necessário, junto com seu corretor consulte um advogado de sua confiança; 

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel na planta

- Verifique o memorial descritivo e leia atentamente todas as informações contidas nele. Localização, material e equipamento utilizados, tais como o piso, os azulejos e os objetos da área de convivência, também deverão estar relacionados; 

- Certifique-se de que o que consta nos folhetos e prospectos condiz com a planta apresentada. Guarde todo o material promocional do empreendimento, pois ele poderá ser útil em algum momento da negociação; 

- Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora. No caso de imobiliária ou corretor, verifique se ela possui cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Caso contrário, não compre; 

- Peça para ler a minuta do contrato do imóvel e, se sentir necessidade, junto com seu corretor leve-a para um advogado especializado na área ou procure o PROCON da sua cidade.

Lote

- Antes de comprar um terreno, confira se os documentos estão em ordem. Se tiver dúvidas, procure um advogado de sua confiança; 

- Informe-se sobre a localização do imóvel ou terreno. Se sua intenção for fugir do barulho e da agitação, ruas com vários imóveis comerciais não serão escolhas favoráveis;

- Conheça a sua vizinhança. Visite o local em diversos horários. Morar próximo a uma feira-livre, a uma casa noturna ou terreno abandonado, não é indicado. Verifique também se, na região, os bancos, supermercados, hospitais e escolas são próximos. Pense na sua comodidade; 

- Procure um engenheiro para estudar o terreno e verificar se há inclinações (topografia).

Seguindo estes cuidados você reduz muito as chances de arrepender-se de sua compra e aumenta a probabilidade de aproveitar bem o seu mais novo investimento.
A SAAD deseja para você uma ótima compra e se precisar pode contar com nossos serviços fazendo uma visita em nosso site www.saadimoveis.com.br

Por que o cliente precisa do Corretor de Imóveis?

A capacidade de ouvir demonstrada pelo Corretor logo no início do atendimento será determinante para essa conquista. Para isso, o profissional deve abrir sempre com uma pergunta que conduza o Cliente a falar de si e do seu sonho.

Por que o cliente precisa do Corretor de Imóveis?

Faço essa pergunta em muitas de nossas palestras realizadas dentro do Saber é Vender, projeto que entra no seu quarto ano e que já atingiu cerca de 8.000 profissionais. As respostas são, muitas vezes, óbvias e demonstram a dificuldade que temos em identificar por que, de fato, um cliente precisa de um Corretor de Imóveis.

A maioria acredita que a sua contribuição essencial está em informar o Cliente sobre o imóvel à venda, com destaque para características, vantagens, condições de financiamento etc. Estes que pensam dessa forma se esquecem que a Internet oferece estas e muitas outras informações. Na maioria das vezes, Clientes sabem mais do que o Corretor sobre um determinado imóvel. Conhecem, também, outras opções dentro da mesma região, ou  mesmo em áreas distintas da cidade, e acabam informando o Corretor sobre essas alternativas.

Alguns respondem dizendo que os Clientes precisam deles porque sem o Corretor o Cliente não pode comprar. Estão focados nos procedimentos da aquisição, aspectos burocráticos da compra. Se assim fosse, poderiam ser substituídos por pessoas operacionais, apenas com a preocupação de encaminhar os trâmites da venda.

Outros acreditam que o Cliente busca no Corretor um apoio para a decisão de compra. 
Querem um conselheiro, alguém que oriente na difícil tarefa de decidir. Bom, aqui estamos mais próximos da resposta ideal. Para funcionar como um conselheiro é necessário antes haver a confiança do Cliente no Corretor. Isso exige uma interação muito além do imóvel. Não será falando do imóvel apenas, que o Corretor irá construir a ponte da confiança. É necessário penetrar na alma do Cliente, conhecer seu sonho de felicidade, identificar desejos específicos, descobrir quais outras pessoas fazem parte desse universo.

A capacidade de ouvir demonstrada pelo Corretor logo no início do atendimento será determinante para essa conquista. Para isso, o profissional deve abrir sempre com uma pergunta que conduza o Cliente a falar de si e do seu sonho.
Aqui vai uma lista de perguntas sugestivas para sua avaliação. Inspire-se nelas e construa seu próprio roteiro.

Quem são as pessoas que vão viver no imóvel? Explorar aqui o perfil dessas pessoas, atividade profissional, hobbies, hábitos associados a lazer, esportes etc.

Qual o imóvel do seu sonho? Estimular o Cliente a descrever todas as condições relacionadas à localização, espaços, tipo de decoração etc.

O que você gostaria de mudar no seu imóvel atual? Certas pessoas não sabem bem dizer o que querem em relação a um imóvel, mas saberão avaliar aquilo que não gostam na casa onde vivem hoje.

O que você (Cliente) já viu por aí e que mais gostou? Importante saber as referências que o Cliente tem até o momento. Se ele já visitou muitos stands de vendas está mais próximo de uma decisão de compra.

Você só ouviu até agora. Essa conversa serviu para formar um quadro desse Cliente e vai possibilitar que sua apresentação do imóvel esteja mais afinada com o perfil e necessidades do Cliente. Ao mesmo tempo, você já está mais próximo do Cliente, conhece aspectos da vida pessoal, compreendeu seus sonhos e pode interagir com ele em um outro nível.

Autor: Ricardo J. Botelho 

sábado, 12 de janeiro de 2013


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Uma Holding ou Sociedade Holding, em português Sociedade Gestora de Participações Sociais (SGPS), é uma forma de sociedade criada com o objetivo de administrar um grupo de empresas (conglomerado). A holding administra e possui a maioria das ações ou quotas das empresas componentes de um determinado grupo. Essa forma de sociedade é muito utilizada por médias e grandes empresas e normalmente visa melhorar a estrutura de capital, ou é usada como parte de uma parceria com outras empresas.
Um exemplo prático de como uma holding pode ser utilizada: A empresa Acme fabrica e vende sapatos no Brasil. Ela acha que também pode ganhar dinheiro se vender tênis, mas ela não tem nenhuma experiência na fabricação de tênis. A empresa alemã Beta faz ótimos tênis e gostaria de vender seus produtos no Brasil, mas ela não tem uma rede devarejistas (Brasil)/retalhistas (Portugal) para distribui-los. As empresas Acme e Beta decidem então fazer uma parceria para distribuir os seus produtos pelo país. Uma maneira de formalizar esta parceria seria com a criação da AB Importadora e Distribuidora Ltda. A empresa Acme criaria então a Acme Holding, que seria dona de 100% do capital da antiga empresa Acme Sapatos e de 51% do capital da AB. A empresa Beta seria dona dos outros 49% do capital da AB.
Existem duas modalidades de holding:
  • pura, quando de/do seu objetivo social conste somente a participação no capital de outras sociedades.
  • mista, quando, além da participação, ela sirva também à exploração de alguma atividade empresarial.
Segundo Fábio Nusdeo (2001:276), holding é: "(...) sociedade cuja a totalidade ou parte de seu capital é aplicada em ações de outra sociedade gerando controle sobre a administração das mesmas. Por essa forma assegura-se uma concentração do poder decisório nas mãos da empresa mãe - holding. Note-se, porém que nem sempre a holding é usada para esse fim."
Na legislação brasileira, as holdings apoiam-se na Lei 6.404/76, que, no terceiro parágrafo do seu art. 2º, dispõe que “a companhia pode ter por objeto participar de outras sociedades; ainda que não prevista no estatuto, a participação é facultada como meio de realizar o objeto social, ou para beneficiar-se de incentivos fiscais”.