sexta-feira, 24 de maio de 2013

Como pagar menos IR na venda de um imóvel

Os últimos anos foram um oásis para quem já tinha seu imóvel próprio. Os preços subiram nas alturas... Aí o indivíduo decide vender seu imóvel para embolsar este lucro e percebe que terá que pagar um imposto enorme sobre todo este ganho. O que fazer?

Via de regra, ao vender seu imóvel, o cidadão pagará um imposto de 15% sobre o ganho de capital nesta negociação, ou seja, na diferença positiva entre o valor de compra - que deve estar informado na declaração do imposto de renda - e o valor de venda. Muitos acham que este imposto só deverá ser pago em abril do ano seguinte quando for efetuada a declaração de renda, porém, o contribuinte deverá quitar o tributo até o último dia útil do mês seguinte ao da venda.
Para isto, será necessário preencher o Programa de Apuração de Ganho de Capital – que pode ser baixado do site da Receita -, que irá ajudar o vendedor a calcular o imposto, emitir o DARF para pagamento do imposto e depois até exportar estas informações para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda do ano seguinte.
Porém, existem algumas formas previstas na legislação brasileira de se evitar ou pelo menos minimizar o imposto na venda deste imovel. E aí é que entra o Planejamento Tributário visando obter uma economia destes impostos.
Veja abaixo algumas maneiras de minimizar ou até evitar o imposto sobre o ganho de capital na venda de um imóvel:
1.      Comprar outro imóvel residencial em até 180 dias
É possível ficar isento da tributação de ganho de capital se o valor da venda for utilizado para comprar um novo imóvel e o contrato de compra e venda for assinado em até 180 dias da venda. Porém, iste benefício só é válido para pessoas físicas e para imóveis residenciais. Vale ressaltar que se a venda for efetuada depois da compra, este benefício não poderá ser utilizado. Porém, o contribuinte somente poderá usufruir desta isenção uma vez a cada cinco anos.
Se não for empregado o valor total da venda em uma nova compra, por exemplo, o novo imóvel custar a metade do valor recebido pela venda, o imposto só incidirá proporcionalmente sobre os 50% que não foram gastos.
2.      Vender imóveis por até R$ 440 mil.
Se o imóvel for vendido por até R$ 440 mil, também haverá isenção de imposto e nem será preciso comprar outro imóvel com este valor, basta que seja o único imóvel no nome do contribuinte e que ele não tenha alienado nenhum imóvel nos últimos 5 anos, independente de ter utilizado esta isenção ou não.
3.      Vender imóveis de pequeno valor
Para os bens de pequeno valor, incluindo os imóveis de qualquer natureza, com valor de venda de até R$ 35 mil não há tributação sobre o ganho de capital, sem nenhuma restrição.
4.      Atualizar o valor histórico do imóvel incluindo os custos de aquisição/venda e benfeitorias
Também é permitido incluir as benfeitorias no valor histórico do imóvel que consta na declaração. Desta forma, o ganho de capital na venda será menor e o valor a pagar de imposto sobre este ganho também. Mas para isto é preciso guardar todas as notas e recibos por até 5 anos após a venda do bem para comprovar o aumento do valor histórico para a Receita Federal. Podem ser declaradas as obras de reforma, ampliação, pintura e pequenos reparos.
Também é possível incluir no valor declarado do apartamento os montantes gastos com o imposto de transmissão (ITBI) e até com os juros pagos do financiamento.
No momento da venda, é permitido abater também o que foi pago de corretagem, desde que seja declarado na aba de pagamento efetuados.
5.      Utilizar o fator redutor de ganho de capital
Para quem tem mais idade, ainda tem um benefício a mais, a isenção do tributo para os imóveis comprados antes de 1969.
Se o imóvel tiver sido adquirido entre 1970 e 1988 também haverá uma redução do imposto pelo fator redutor, conforme tabela a seguir:
E mais recentemente, a MP do Bem de 2005 introduziu novamente o fator redutor do ganho de capital para imóveis mais novos, onde o imposto vai diminuindo conforme o tempo em que o bem ficou sob a propriedade do contribuinte.
Uma questão interessante é no caso de bens adquiridos por meio de herança. Neste caso, é importante verificar a possibilidade de transferir o imóvel para o herdeiro pelo valor de mercado e não pelo valor histórico, como seria o mais indicado aparentemente para não precisar pagar o imposto de renda de ganho de capital nesta transação.
Algumas vezes, se o imóvel tiver sido adquirido pelo falecido há muito tempo, o espólio poderá usufruir dos benefícios do fator redutor citados acima e ficar isento da tributação ou ter uma boa redução do imposto a pagar. O único senão é que neste segundo caso, o imposto deverá ser antecipado, porém quando o herdeiro for vender o imóvel recebido de herança, pagará o imposto somente sobre o ganho de capital acima deste valor atualizado a mercado no momento do inventário. Dependendo da situação, mesmo se for necessário adiantar o imposto, ainda poderá ser bem vantajoso.

A regra geral é que o contribuinte que obtiver ganho de capital na venda de seu imóvel estará sujeito ao pagamento de imposto de 15%. Entretanto, há várias situações previstas na lei que permitem a redução ou até isenção total deste imposto. Estas regras não devem ser desprezadas, principalmente pelo contribuinte que já possui o bem há bastante tempo.
Lembre-se de ficar a tento à legislação, pois isso pode significar uma boa economia no imposto a pagar no caso de ganho de capital na venda do seu imóvel.


SAADALUGUEL AQUI O SEU IMÓVEL APARECE.

Imóvel é um bom investimento?

Muitos brasileiros alocam parte de seu patrimônio em imóveis, ou seja, estão super imobilizados. Acham que estes investimentos não possuem nenhum tipo de risco e que imóveis são muito seguros.

É verdade que houve uma boa valorização dos mesmos nos últimos anos, o que garantiu um bom resultado financeiro para quem investiu neste tipo de bem. Porém, o Índice FipeZap Composto de março mostra que já houve uma desaceleração da alta dos preços em 2013 e não se espera que o fato se repita daqui em diante. Além disso, se houvesse uma grave crise imobiliária no Brasil como a que ocorreu nos Estados Unidos em 2008, o patrimônio total destes indivíduos, já que são muito imobilizados, sofreria uma grande queda.
Não que seja ruim investir em imóveis, é claro que faz muito sentido compor um portfolio com uma parcela alocada neste tipo de bem. Porém, é válido saber que também há riscos e que a diversificação é importante, como veremos a seguir:

Falta de diversificação
Muitas pessoas investem somente em imóveis, tanto para moradia, como para aluguel. Porém, a teoria de finanças mostra que é necessária uma carteira diversificada para que seja possível minimizar os riscos. “Não coloque todos os ovos na mesma cesta”, já dizia o ditado.
A diversificação ocorre quando os ativos de um portfolio caminham em direções opostas, ou seja, quando um ativo que teve uma rentabilidade positiva compensa um outro que deu prejuízo.
Portanto, evite colocar toda a sua poupança em imóveis, e muito menos num ÚNICO imóvel. O ideal é distribuir seu patrimônio em várias classes de ativos, como renda fixa, ações e também imóveis. Dentre estes, considere diversificar também entre residenciais e comerciais e ainda em diferentes localizações.
Pequenos imóveis tendem a ser mais fáceis de alugar, o valor do aluguel/m2costuma ser maior do que em caso de imóveis maiores e se ficar vazio, o impacto será reduzido no orçamento.
Comprar imóveis pequenos, inclusive, é uma ótima oportunidade de utilizar o seu saldo do FGTS que rende muito pouco, apenas 3% ao ano. 

Riscos
Imóveis, em geral, incorrem em alguns riscos que muitas vezes nem percebemos:
·        Risco de liquidez, que se dá pela dificuldade e pelo tempo gasto em transformar um ativo em dinheiro sem incorrer em muitas perdas.
·        Risco de desvalorização do imóvel, que se dá devido a fatos macroeconômicos tanto Brasil como no exterior que venham a derrubar os preços dos imóveis.
·      Risco de vacância, que se dá pelos custos adicionais de condomínio e IPTU e pela perda de renda potencial no caso de ficar muito tempo desocupado.
·       Risco de inadimplência, que se dá pelos custos adicionais de condomínio e IPTU, pela perda de renda potencial, além de custos com processos e advogados para tirar o inquilino inadimplente do imóvel.

Resumindo, procure minimizar seus riscos compondo uma carteira de investimentos diversificada, sem deixar de considerar a alocação de uma parte em imóveis!

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Parceria com o banco PanAmericano oferece financiamento através do Pan Hipotecária.
A Caixa Econômica anunciou nesta segunda uma parceria com o banco PanAmericano para oferecer uma nova linha de casa comprafinanciamento imobiliário para imóveis acima de R$ 500 mil, que não dispõe de recursos do Sistema Financeiro de Habitação.
A nova modalidade de crédito será oferecida através da Pan Hipotecária (Brazilian Mortgages), que pertence ao grupo PanAmericano –controlado pela Caixa Econômica e pelo banco BTG Pactual.
O banco não informou quanto vai disponibilizar para a linha de crédito. O valor máximo financiado no programa é de 90% do total do imóvel em um prazo de até 35 anos. O valor mínimo de financiamento é de R$ 300 mil.
Em janeiro, a Caixa reduziu as taxas de juros para essa faixa de preço dos imóveis. A taxa caiu para 9,4% ao ano para clientes que não têm relacionamento com o banco e para 8,4% ao ano para quem possui relacionamento ou conta salário. Para servidores públicos com conta no banco, a taxa pode chegar a 8,3% ao ano. Esses valores devem ser acrescidos da TR (Taxa Referencial).
As taxas ficam abaixo das oferecidas por outros bancos. O Banco do Brasil cobra entre 9% e 10%, o Bradesco, 10,5% e o Santander, de 9,5% a 11%, dependendo do relacionamento.
O banco Itaú diz que a taxa depende do histórico do cliente e que pode ser negociada com o banco. O HSBC diz que o valor depende do relacionamento do cliente.
 Fonte: www.tribunahoje.com
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sexta-feira, 26 de abril de 2013

MP recebe denúncias sobre parcelamento ilegal em Vicente Pires

Chamada de Vicente Pires 2 há cinco anos, expansão urbana seria contida por monitoramento recomendado pela Prourb, o que não ocorreu.
cbDenúncias sobre o parcelamento irregular das terras da Colônia Agrícola 26 de Setembro começaram a chegar ao conhecimento das autoridades do Distrito Federal em 2008. Naquela época, a ocupação predominante no local ainda era de glebas com características e dimensões rurais, e não havia indícios consistentes de fracionamento em unidades menores que caracterizariam o parcelamento urbano. Realidade completamente diferente da encontrada hoje na área do tamanho de quase mil campos de futebol entre Taguatinga e Brazlândia. As chácaras já servem de moradia para mais de seis mil pessoas e se transformam aos poucos em um grande loteamento ilegal, conhecido como Vicente Pires 2.
Em agosto de 2008, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recebeu uma acusação de que havia parcelamento irregular do solo e tentativas de grilagem na área, vizinha ao Parque Nacional de Brasília. Por meio de um ofício, os promotores alertaram a extinta Subsecretaria de Defesa do Solo e da Água (Sudesa), e o órgão informou não haver indício de parcelamento irregular, mas somente uma ação pontual na área. Os técnicos da Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb), então, elaboraram um parecer. O documento constatou que, há cinco anos, a colônia agrícola ainda era zona rural. Mesmo assim, novas denúncias não pararam de chegar ao MP.
Dessa forma, em setembro de 2011, o órgão emitiu uma recomendação para que a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do DF, com outros cinco órgãos do governo, monitorasse permanentemente o 26 de Setembro para coibir a expansão urbana na área rural. Deveriam vigiar a área também a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), o Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, o Grupo de Análise de Parcelamentos (Grupar), a Agência de Fiscalização (Agefis) e o Batalhão Ambiental da Polícia Militar. O MP também instaurou um inquérito policial para investigar a atuação de grileiros na região e o encaminhou para a Delegacia Especial do Meio Ambiente (Dema).

Fonte: Correio Braziliense

terça-feira, 23 de abril de 2013

Crescimento no preço dos imóveis perde intensidade

A variação anual real dos valores de imóveis residenciais chegou a cerca de 20% em janeiro de 2010, mas o crescimento dos preços foi perdendo intensidade até chegar a 3% em janeiro de 2013. É o que mostra o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), divulgado pelo Banco Central (BC), no Relatório de Estabilidade Financeira.
Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles, o indicador ajudar a analisar se a evolução dos preços dos imóveis é sustentável. De acordo com o diretor, apesar de a variação dos preços ter chegado ao pico de 20%, não houve bolha nos valores dos imóveis.
“Quando é bolha, [o preço] sobe e estoura, ou seja, aquilo que vinha crescendo de forma muito radical, de repente, perde valor. Isso não aconteceu. Não houve bolha. Houve reequilíbrio no padrão de oferta e demanda”, disse o diretor. Ele acrescentou que, atualmente, não há nenhuma pressão que possa sugerir risco para o sistema financeiro. “Agora está crescendo em patamar totalmente sustentável”, acrescentou Meirelles.
Segundo o diretor, com o aumento da renda e do emprego, mais pessoas têm acesso ao financiamento imobiliário. Além disso, houve redução das taxas de juros. Outro fator citado pelo diretor foi a legislação que permitiu a alienação fiduciária, que mantém a propriedade do imóvel com o banco até o momento da quitação. Com isso, houve melhor garantia nos financiamentos, o que os tornou mais baratos e mais seguros.
O IVG-R é calculado com dados de operações de financiamento imobiliário para pessoas físicas, em que a garantia é composta de alienação fiduciária de imóveis residenciais ou hipoteca imobiliária. De acordo com o BC, o valor de avaliação de cada imóvel pelo banco no momento da concessão do crédito é a fonte primária de informação para construção do indicador.
O cálculo do IVG-R considera apenas as avaliações de imóveis localizados nas 11 regiões metropolitanas que integram a mensuração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Fonte : Revista metro quadrado
SAADALUGUEL- ADMINISTRAÇÃO DE BENS IMOBILIÁRIOS


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Novo vírus altera código de barras de boletos para desviar dinheiro de pagamentos

Praga virtual é capaz de conseguir desvio mesmo quando o pagamento é realizado através de boletos impressos


Um novo vírus – que, segundo o site especializado Linha Defensiva, ainda está em fase de aperfeiçoamento – está dando grandes dores de cabeça e pode se consolidar como uma praga perigosa e difícil de combater. O malware ataca boletos bancários visualizados em navegadores web, alterando os números de suas linhas digitáveis para desviar o valor do boleto pago para outra conta. Além disso, ele cria vazios entre as barras do código de barras, para que este não funcione e o usuário seja obrigado a digitar os números, que aparecem já alterados.
O vírus funciona da seguinte maneira: quando um internauta que está infectado visualiza um boleto no navegador, antes que este seja exibido, a praga captura o número que consta na linha digitável e o altera, mas mantendo o valor e data, para evitar suspeitas. Ao realizar o pagamento com os números trocados, o usuário envia o dinheiro para uma conta à qual os golpistas terão acesso, em vez de enviar à conta do credor real.
Com esse modus operandi, o vírus consegue se expandir para o off-line, já que, mesmo se for pago impresso, o boleto atacado mantém os números alterados.

COMO SE PRECAVER

De acordo com o Linha Defensiva, a principal dica para se precaver contra esse tipo de ataque é prestar atenção no código de barras, pois os vazios podem ser percebidos facilmente. O site afirma ainda que as linhas digitáveis atribuídas aos boletos após a alteração são sempre parecidas e o logo do banco nem sempre bate com o número. 
Abaixo (figura 1), você pode ver um boleto aleatório divulgado pela Caixa, com o formato correto que os documentos devem ter. Em seguida (figura 2), um boleto alterado pelo malware.
Figura 1
Figura 2
Nós da editoria de Tecnologia do Administradores.com acrescentamos que fazer o download dos boletos, em vez de visualizá-los no browser, pode ser mais seguro. Isso porque, conforme o que o Linha Defensiva informou, a alteração do código de barras se dá por meio da inserção de um caractere específico (““ ”) que altera o código HTML da página web onde é exibido o boleto. Fazendo o download do arquivo original, o código não pode ser alterado, a menos que a praga consiga se atualizar para ativar alguma funcionalidade que permita isso.
O Linha Defensiva destaca que o vírus desativa os softwares de segurança dos bancos e se ativa para iniciar juntamente do computador. Por isso, outra sugestão é verificar quais softwares estão ativos no seu computador. Para tanto, bastar ativar o gerenciador de tarefas (alt+ctr+Del) e ver a lista de “processos”. Caso encontre algum aplicativo desconhecido em funcionamento, procure se informar e evite fazer transações bancárias.
O vírus também rouba senhas de e-mails e redes sociais. O objetivo, segundo destaca o Linha Defensiva, provavelmente, é disseminar a praga.
P.S.: Embora o exemplo mostrado acima seja da Caixa, o vírus pode atacar boletos de quaisquer bancos. As linhas digitáveis fraudulentas, segundo o Linha Defensiva, remetem a contas do Santander.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Investimento global em imóveis pode superar US$ 1 trilhão em 2013

A recuperação do mercado imobiliário mundial pode ultrapassar os 815 bilhões de euros (mais de US$ 1 trilhão) em 2013, afirma o relatório do Atlas Internacional de investimentos da Cushman & Wakefield.
O volume representaria um crescimento de 14%. Ainda segundo o relatório, 2012 teve um crescimento de 6% no investimento global de imóveis, e as negociações atingiram 714 bilhões de euros (US$ 929 bilhões).

Os especialistas vêem a movimentação como um “retorno da confiança no mercado” e apostam na América do Norte e nos mercados asiáticos como os grandes impulsionadores dessa atividade, promovida por investimentos de grandes empresas e indivíduos ou famílias de alta renda.
Na Europa, no entanto, é provável que a situação se mantenha moderada. Os motivos, segundo o relatório, são a falta de produtos de qualidade e financiamento acessível. Espera-se um crescimento modesto, em torno de 5%.
Os dados foram apresentados quinta-feira no MIPIM, feira do mercado imobiliário realizado em Cannes, na França. As informações são do site Property EU.

SAADALUGUEL : APARTAMENTO DE 2 QUARTOS PARA LOCAÇÃO ÁGUAS CLARAS

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sábado, 9 de março de 2013

TARIFAS DE CONDOMÍNIOS PODEM TER REAJUSTES DE ATÉ 28%





Reajuste das tarifas e dos salários é o principal argumento para o aumento da taxa nos edifícios com administração terceirizada. Índice ultrapassa em cinco vezes a inflação de 2012. Na gestão direta, a taxa poderá subir 18%
A conta de condomínio vai pesar no bolso do brasiliense. O reajuste médio previsto para este ano é de 28%, de acordo com estimativa do Sindicato dos Condomínios Residenciais e Comerciais do Distrito Federal (Sindicondomínio). O percentual, que está acima da inflação acumulada em 2012, de 5,43%, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), corresponde à terceirização do serviço. Nos prédios que têm administração própria, a alta deve ser de 18%. A justificativa é o aumento de 11,2% na tarifa de água, atualizada em março do ano passado, cujo consumo mínimo passou de R$ 17 para R$ 18,90, além dos salários dos funcionários que atuam na área de limpeza e conservação, previsto para o biênio 2013/2014. “É necessário considerar ainda a variação de 1,8% no valor total da taxa de condomínio, atrelada aos serviços de manutenção de equipamentos, tais como elevadores e extintores”, acrescentou o presidente do Sindicondomínio, José Geraldo Pimentel.

Pimentel calcula que, com o reajuste acima da inflação, mais de 30% do total de 11,6 mil condomínios filiados à entidade cobram taxas acima do valor do aluguel de alguns móveis. “Infelizmente, é essa a realidade da capital do país. Nossa orientação é de que o síndico reveja os gastos com pessoal e com água e energia”, afirmou.
Fonte : correio BrasilienseSAADVENDA : APARTAMENTO DE 3 QUARTOS ASA NORTE SAADALUGUEL : APARTAMENTO DE 3 QUARTOS SUDOESTE

sábado, 2 de março de 2013

ALUGUEL EM MARÇO VAI SUBIR 8,29%



Principal índice que corrige contratos de locação 

de imóvel fica em 0,29% este mês.


A inflação do aluguel, calculada pelo Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), fechou fevereiro a 0,29%. Com isso, os contratos de locação com vencimento em março ficarão 8,29% mais caros, como indicou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa é a variação acumulada nos últimos 12 meses, que interessa ao bolso do consumidor na hora de reajustar os contratos.
Na prática, um aluguel de R$ 1.000 com vencimento no mês que vem será reajustado para R$ 1.082,90. Esse valor vale para o período de março deste ano até fevereiro do ano que vem (ou até o término do contrato). O mesmo aluguel, no início de fevereiro, aumentou para R$ 1.079,10. Apesar da sequência de desaceleração, a tendência é de que o índice que reajusta os contratos deve permanecer em alta ao longo de 2013.
Fonte: http://odia.ig.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

CONTRATO DE LOCAÇÃO MULTA RESCISÓRIA DEVE SER PROPORCIONAL



















Em contratos de locação, existem três tipos de multas comumente
utilizadas, quais sejam:

1) Compensatória: por rescisão antecipada do contrato;
2) Indenizatória: Por prática de infração à obrigação legal ou
contratual;
3) Moratória: Por falta de pagamento do aluguel e encargos.
De acordo com o artigo 4o da Lei do Inquilinato (Lei n. 9245/91),
durante a vigência do contrato, o locador não poderá reaver o imóvel locado.
Como essa é uma prerrogativa do locatário, ele deverá fazê-lo mediante o
pagamento da multa convencional compensatória, desde que contratualmente
prevista, geralmente equivalente a 3 aluguéis.
Ocorre que nem todos sabem que referida lei determina que a multa
compensatória deve ser cobrada proporcionalmente aos meses que faltarão
para o encerramento do contrato. Nesse sentido, caso seja contratada locação
pelo período de 12 meses e o locatário resolva devolver o imóvel após 6 meses
de ocupação, deverá pagar multa rescisória de 1 aluguel e meio.
A única exceção ao pagamento dessa multa é voltada ao locatário que
deve devolver o imóvel em virtude da sua transferência para localidade
diversa, por determinação de seu empregador, desde que previamente
notificado o locador.
Necessário destacar que a multa compensatória diverge totalmente
daquela referente à infração contratual (indenizatória), também usualmente
quantificada em três meses de aluguel. A distinção decorre do fato de que a
rescisão antecipada é um direito do locatário e o exercício desse direito não se
traduz em inadimplemento ou violação do contrato. Inclusive, interessante
frisar que o fato de ambas as multas serem tradicionalmente fixadas em 3
aluguéis nada mais é do que mera coincidência, pois é livre a sua convenção,
podendo ser de qualquer valor.
Por último, a multa moratória, ocasionada por falta de pagamento do
aluguel e seus acessórios, é aquela normalmente estipulada em percentual
incidente sobre os locativos devidos, sendo livre sua convenção. Entretanto,
deve-se observar que o percentual não poderá ser abusivo, sob pena de ser
reduzido por determinação judicial.
Em vista do exposto, é primordial que os contratos de locação
prevejam, expressa e separadamente, cada tipo de multa e seu respectivo
valor ou percentual, como forma de se evitar eventuais futuros dissabores,
principalmente no momento do seu encerramento.

SAADVENDA : APARTAMENTO 3 QUARTOS ÁGUAS CLARAS

SAADALUGUEL : CASA PARA LOCAÇÃO NO GUARÁ II

sábado, 9 de fevereiro de 2013

IMÓVEIS ENCALHADOS FREIAM ALTA DOS PREÇOS DOS IMÓVEIS


Embora o setor imobiliário tenha conseguido reduzir a quantidade do seu estoque nos últimos meses, os imóveis encalhados podem ainda contribuir para quem está no momento da compra da casa própria.
Isso porque as empresas, com o objetivo de fazer essa “desova”, se viram obrigadas a privilegiar a venda dos estoques, o que tem causado uma diminuição da alta nos valores das propriedades.
“Os preços ainda sofrerão aumento, mas não crescerão na velocidade que já ocorreu. Em contrapartida, também não vamos chegar a ver uma queda porque vivemos sob um regime de inflação”, alerta João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo Imobiliário da Escola Politécnica da USP.
Para os especialistas, o aumento das promoções nas vendas (que serviria para estimular a compra dos estoques) e a redução no número de lançamentos é apenas um reflexo do mercado à realidade de demanda.

Estoques podem contribuir para os valores não sofrerem grandes reajustes (Fotos:Divulgação)
FONTE: Revista Zap Imóveis

SAADALUGUEL : WWW.SAADIMOVEIS.COM.BR
SAADVENDA  : WWW.SAADIMOVEIS.COM.BR

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

COMO SOLICITAR A ALTERAÇÃO DE IPTU PARA IMÓVEIS COMERCIAIS UTILIZADOS EXCLUSIVAMENTE COMO RESIDÊNCIA?









O contribuinte conforme a lei complementar Nº. 691/2004 de 08/01/2004, regulamentada pelo § 6º do art. 15, do Decreto Nº 28.445/07 terá a alteração da alíquota do IPTU para 0,30 %( trinta centésimos por cento), aplicável sobre o valor venal do imóvel.

O interessado em solicitar a alteração da alíquota de IPTU para imóveis comerciais (quitinetes) utilizados exclusivamente como residencial deve apresentar, na Agência/Posto da Receita da circunscrição fiscal do imóvel, os documentos relacionados no sítio da Secretaria de Fazenda do DF. 


Clique aqui para acessar diretamente as informações sobre as alterações de alíquota relativo ao imóveis comerciais utilizados exclusivamente como residência.

Fonte : Secretária de Fazenda GDF

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sábado, 26 de janeiro de 2013

COMPRAR IMÓVEL PARA ALUGAR SERÁ RENTÁVEL EM 2013?


 Especialistas afirmam que imóveis menores como kits e apartamentos de até um quarto são mais comerciais e rentáveis.

Para os investidores, o ano de 2013 pode levantar dúvidas  sobre quais investimentos valem a pena: comprar para revender ou alugar?
Não é momento de vender imóveis, e sim de comprá-los. Salvo quando o propenso vendedor tiver o interesse em reinvestir em um imóvel maior ou, até mesmo, comprar dois ou mais imóveis menores.
Compare retornos de investimentos
Investimentos que geram 1% a.m são rendimentos considerados bons, principalmente em relação a segurança na rentabilidade e aplicações menos ousadas. Mas ressaltamos a importância de conhecer o mercado antes de começar a investir em imóveis. “Neste panorama, se um imóvel é alugado por 0,5% do valor real da venda, e este mesmo rendimento for aplicado em conta poupança, também a 0,5% a.m.*, num primeiro momento, os investidores mais ansiosos e imediatistas, podem não enxergar vantagens. Mas, em uma valorização supostamente muito baixa, imaginemos que o imóvel aumente seu valor em um ano por volta de 10%; a rentabilidade no período, somados aluguel mais valorização do bem, temos um total de 16% a.a.".
No ano de 2001, um apartamento de três quartos, localizado no bairro Cruzeiro Novo, região de Cruzeiro (DF), valia aproximadamente R$ 80 mil. Hoje, imóveis com esse perfil estão avaliados por R$ 320 mil.
“Estamos falando de um retorno de R$ 240 mil, ou seja, 300% a mais, o que representa 25% a.a, na média, somente da valorização do bem. Se o imóvel adquirido há 12 anos estivesse alugado e o valor sido aplicado mensalmente em conta poupança, pode-se dizer que o investidor fez um excelente negócio. Com posicionamento mais cauteloso, acredito que 16% a.a. ou 1,33% a.m, ainda sim, apresenta-se como ótimo e seguro investimento", completa.



 Fonte :Redação Redimob
*O percentual da poupança foi extraído do site portalbrasil.net/poupança_mensal.htm

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

CAIXA REDUZ JUROS PARA FINANCIAR IMÓVEL ACIMA DE R$ 500 MIL


Se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano.


A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros para os clientes que querem comprar imóveis com valor acima de R$ 500 mil, fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). As novas taxas já estão valendo para os novos financiamentos contratados .
Para essas situações, as taxas de juros efetivas para clientes que não têm relacionamento com o banco caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Já os clientes que têm relacionamento e conta-salário na instituição terão taxas reduzidas de 8,9% para 8,4% ao ano.
Se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. Pelos cálculos da Caixa, um mutuário com financiamento de R$ 600 mil poderá, em 30 anos, economizar R$ 43,3 mil.
A Caixa informou também que para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação, abaixo de R$ 500 mil, já existe uma redução nas taxas de juros do crédito imobiliário até 21%. Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento de 30 para 35 anos.
De acordo com a Caixa, no dia 21 de dezembro de 2012 o volume de contratações do crédito imobiliário chegou a R$ 101 bilhões. O volume corresponde a um crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram contratados R$ 75,4 bilhões.
A Caixa informou ainda que as taxas para quem usar recursos da caderneta de poupança chegam a 8,85% para quem não tem relacionamento com o banco e podem variar de 7,7% a 8,3% para quem tem relacionamento com a instituição, como conta-salário .
Fonte : Exame.com
 SAADIMÓVEIS :APARTAMENTO DE 3 QUARTOS


sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL FINANCIA GASTOS COM CARTÓRIO NA COMPRA DO IMÓVEL


A Caixa Econômica Federal passou a financiar despesas de cartório e impostos cobrados de consumidores que compram imóveis. O benefício vale entre os gastos que podem ser financiados estão taxas de registro, escritura e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Para serem incluídos no contrato, esses gastos não poderão exceder 4% do valor total financiado.
Assim, um consumidor que comprou um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, e obteve um crédito de R$ 300 mil na Caixa poderá incluir R$ 12 mil no valor total financiado, referente às despesas extras.
Os valores das taxas de cartório e do ITBI não são fixos: variam de acordo com a localidade do imóvel. Para ter acesso ao crédito imobiliário, os clientes devem procurar uma das agências do banco.
 A medida, segundo o diretor executivo de Habitação e Governo da Caixa, Teotônio Rezende, deve trazer “mais tranquilidade” às famílias na hora de contratar um financiamento imobiliário.
 Com essa nova opção, a Caixa amplia mais o acesso à moradia própria, proporcionando planejamento e facilidade de pagamento de Despesas.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

COMO COMPRAR UM IMÓVEL COM SEGURANÇA

Comprar um imóvel para morar ou para investir é uma tarefa que normalmente não fazemos com grande frequência. A compra de um imóvel é um importante passo na vida de uma família e representa a consolidação de muito tempo de poupança/investimento ou a tomada de um bom volume de capital emprestado.

Para ter certeza que o esforço vai valer a pena é importante observar alguns aspectos:


Contrate um Especialista

Longe de ser apenas um custo a mais na operação, encontrar e contratar um bom e sério corretor de imóveis é a forma mais certa de garantir que você estará bem representado dentro do mercado imobiliário durante toda sua operação de compra.

O bom profissional vai utilizar da sua formação e informação de mercado para ajudá-lo a escolher o imóvel ideal para sua família ou investimento e também vai ajudá-lo na sua negociação. Uma vez escolhido o imóvel, o profissional experiente, vai zelar pela segurança de todos os envolvidos na transação imobiliária.

Atualmente, algumas imobiliárias ou corretores estão oferecendo adicionalmente serviços complementares como: auxilio na obtenção de financiamento bancário e no levantamento de toda a documentação necessária.

Em resumo, procurar um profissional de sua confiança é o primeiro passo certo para fazer uma compra segura.

Cuidado com o Endividamento Desproporcional

Analise bem a sua disponibilidade de credito e a sua capacidade de pagamento das prestações posteriores. Claro, que muitas vezes realizar o sonho de morar bem pode exigir algum sacrifício financeiro. Mas, endividar-se além do que realmente se pode fazê-lo vai transformar o seu sonho em pesadelo.

Nesta conta considere que muitas vezes mudar-se para um bairro de melhor padrão vai significar também um aumento nas suas despesas diárias. Os serviços básicos da vizinhança (padaria, cabeleireiro, lavar o carro, etc... ) ficam mais caros a medida que o padrão do bairro vai aumentando. 

Analise também aspectos, como por exemplo, suas novas necessidades de transporte. Pode ser que você vai morar mais próximo do trabalho ou de linhas de transporte coletivos mais eficientes. Neste caso você pode considerar vender um dos carros (se você tem dois) e isto vai ajudá-lo financeiramente. Mas, pode ser que você na verdade vai precisar comprar um segundo carro para sua esposa e isto precisa entrar na nova equação do equilíbrio financeiro de sua família.

Em suma, o segundo passo certeiro na direção de uma compra segura é analisar bem a parte financeira e estabelecer claramente a faixa de valores possíveis dentro do seu orçamento e poder de credito. O começo da procura de seu imóvel esta nesta informação financeira e não o contrário.

Tome a Decisão em Família

Especialmente se você esta buscando o seu próximo lar procure envolver toda a família no processo de decisão de compra. Não trocamos de casa diariamente, assim vocês vão conviver muito tempo em sua “casa nova”. Neste aspecto é fundamental todos conhecerem as vantagens e desvantagens de seu novo imóvel, e ajudar a decidir sobre quais pontos positivos são indispensáveis e quais pontos negativos podem ser tolerados. Porque todos vão conviver com eles juntos.

Dicas da Caixa

Reunimos abaixo algumas dicas da Caixa Econômica Federal que são muito úteis, leia com atenção:

Imóvel novo

- Antes de adquirir o imóvel, verifique a sua localização com relação a aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários, é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização;

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi cumprido, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento; 

- No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados - elevador, azulejos, pisos e metais; 

- Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assiná-lo, observando principalmente o compromisso de compra e venda. Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor, solicite ajuda ao seu corretor e se precisar em conjunto com ele procure um advogado especializado; 

- Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do PROCON para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora; 

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel usado

- Para verificar as condições físicas do imóvel, agende as visitas durante o dia, pois, em alguns imóveis, os problemas de construção, como rachaduras, infiltrações e mofo, podem passar despercebidos em outro horário; 

- Verifique a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça também de acender as luzes para conferir a existência de algum problema elétrico; 

- Certifique-se se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, se possui variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas. Uma boa dica para conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos;

- Confira também se o seu futuro imóvel fica bem localizado e se ele possui aspectos que possam colocá-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo. Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação. Visitar o imóvel em diferentes horários é a maneira ideal de verificar as reais condições de uso dele; 

- Tenha cautela na assinatura do contrato. Verifique a documentação do imóvel e do vendedor. Confira as condições físicas da casa ou do apartamento e, se necessário, junto com seu corretor consulte um advogado de sua confiança; 

- Se for financiar, antes de fechar o negócio, aguarde a aprovação da operação pelo seu banco.

Imóvel na planta

- Verifique o memorial descritivo e leia atentamente todas as informações contidas nele. Localização, material e equipamento utilizados, tais como o piso, os azulejos e os objetos da área de convivência, também deverão estar relacionados; 

- Certifique-se de que o que consta nos folhetos e prospectos condiz com a planta apresentada. Guarde todo o material promocional do empreendimento, pois ele poderá ser útil em algum momento da negociação; 

- Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora. No caso de imobiliária ou corretor, verifique se ela possui cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Caso contrário, não compre; 

- Peça para ler a minuta do contrato do imóvel e, se sentir necessidade, junto com seu corretor leve-a para um advogado especializado na área ou procure o PROCON da sua cidade.

Lote

- Antes de comprar um terreno, confira se os documentos estão em ordem. Se tiver dúvidas, procure um advogado de sua confiança; 

- Informe-se sobre a localização do imóvel ou terreno. Se sua intenção for fugir do barulho e da agitação, ruas com vários imóveis comerciais não serão escolhas favoráveis;

- Conheça a sua vizinhança. Visite o local em diversos horários. Morar próximo a uma feira-livre, a uma casa noturna ou terreno abandonado, não é indicado. Verifique também se, na região, os bancos, supermercados, hospitais e escolas são próximos. Pense na sua comodidade; 

- Procure um engenheiro para estudar o terreno e verificar se há inclinações (topografia).

Seguindo estes cuidados você reduz muito as chances de arrepender-se de sua compra e aumenta a probabilidade de aproveitar bem o seu mais novo investimento.
A SAAD deseja para você uma ótima compra e se precisar pode contar com nossos serviços fazendo uma visita em nosso site www.saadimoveis.com.br