quarta-feira, 31 de agosto de 2011

NOTÍCIAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO



Economista dá dicas sobre financiamento de imóveis
O financiamento bancário se transformou na forma mais popular de aquisição de imóveis, tendo em vista que o governo federal disponibilizou recursos financeiros para ajudar a população a conquistar o sonho da casa própria. No entanto, o economista Sérgio Martins alerta que os cidadãos devem ficar atentos na hora de fechar o financiamento para que o valor da prestação não ultrapasse 30% da renda. “O uberabense deve colocar a prestação do financiamento como prioridade, porque se deixar de pagar uma mensalidade terá que pagar juros e mora, que podem onerar o orçamento familiar”, explica. O economista revela que o financiamento para pessoas de baixa renda contribuiu para diminuir o déficit habitacional no País. Porém, devem honrar o compromisso, porque poderá ser, muitas das vezes, o único imóvel que a pessoa conseguirá na vida. “A taxa de juros está muito atrativa. Aconselho as pessoas com renda familiar maior que faça a integração com recurso próprio e, se for necessário, utilize o FGTS para diminuir o valor do financiamento para terem uma prestação baixa”, conta. Segundo o economista, os cidadãos devem ter cuidado sempre que for fazer financiamento do banco e não do governo, porque têm algumas cláusulas de captação que podem onerar o orçamento familiar. “Um caso que acontece é o cidadão assinar um contrato para pagar um imóvel durante 20 anos e a taxa de juros sempre sofrer oscilações. Em princípio a pessoa fica atraída por taxas de juros que são aparentemente baixas, mas no decorrer dos anos os juros vão subindo e a prestação se torna inviável”, ressalta. Ele explica que isto faz com que muitas pessoas não consigam honrar o compromisso e acabem perdendo o imóvel. “A taxa de juros deve valer para todo o contrato, e as instituições, oferecer ao cliente uma planilha com todos os valores e juros do financiamento. Dependendo do sistema de amortização, a pessoa poderá começar a pagar uma prestação de financeira mais acessível ou mais cara”, alerta. (LR)

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