sexta-feira, 9 de setembro de 2011

LOTES SÃO OPÇÃO PARA QUEM QUER INVESTIR

Considerada boa opção para quem deseja construir, a aquisição de lotes tem se popularizado também para os consumidores que compram terrenos pensando em investir.
Segundo o diretor da Vallor Urbano - empresa especializada na urbanização de áreas residenciais e industriais -, Sérgio Pereira, no setor de loteamentos, "a lucratividade é algo inerente ao próprio negócio e pode ser potencializada em momentos e locais com maior facilidade de liquidez. A valorização de um lote, historicamente, nunca é inferior a 30% em termos reais", explica. Há casos em que o lucro pode ultrapassar 150 %.
Dicas
É muito importante ficar atento à regularidade do empreendimento que se pretende adquirir para não correr o risco de efetuar a compra de frações de terras, que são, na realidade, fruto de ocupações irregulares, vendidas ilegalmente. A primeira providência que deve ser tomada é a exigência da matrícula do lote. "É como se fosse uma certidão de nascimento. Ela deve estar registrada no Cartório de Registro de Imóveis", adverte Sérgio Pereira.
O especialista explica que, em seguida, é importante checar na prefeitura se o empreendimento está com todas as licenças válidas. "Tanto o cartório, quanto a Prefeitura, tem obrigação de fornecer estas informações". Normalmente, as empresas sérias do setor dispõe destas informações por meio de um advogado presente nos plantões de vendas para esclarecer as dúvidas dos compradores.
Valorização
A valorização da área depende de vários fatores. Entre os principais pontos estão a localização, o padrão do loteamento, a infraestrutura da área em que se encontra e o tipo de casas que serão construídas. O comprador também tem que verificar outras questões muito importantes, como energia elétrica, esgoto e captação de águas fluviais, asfalto, guias e sarjetas. Sem essas características, o empreendimento não está qualificado para ser bem sucedido.
Ganhos
150 por cento é a valorização que um lote pode ter no mercado brasileiro. Na média, lucros não ficam abaixo de 30%.         
        
Fonte: Diário do Nordeste               

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